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Dia 26.08 – Sessão PopPorn Festival

agosto 19, 2011

 

Prepare-se para a sessão do CineclubeLGBT mais ousada do ano! Magia, ironia, intimidade, fetiche e, claro, muito sexo marcam a edição deste mês.

A sessão é uma parceria com PopPorn Festival, certamente o evento cinematográfico mais apimentado do Brasil, que teve sua primeira edição este ano, em São Paulo. Com inspirações no Pornfilmfestival, de Berlim, o PopPorn exibe curtas e longas com conteúdo sexual explícito e promove o debate e a reflexão sobre a produção de pornografia para além da indústria e do consumo massivo.

Um pouco do que rolou nesse Festival você vai conferir no CineclubeLGBT, dia 26 de agosto, no Cinema Odeon. Uma sessão bem seleta de dez curtas-metragens, reunindo animação e live-action.

O surreal e a irreverência pontuam parte dos filmes programados, como em Por Que, Madame, Por Quê?, que retrata a relação de uma mulher com uma salsicha, e  em Transtarah: As Operadas do Terror, um inusitado manifesto contra a homofobia.

E ainda tem espaço para inspirações em Marquês de Sade, no experimental Septimana, e para o musical, no mix de videoclipe e videoarte The Lady is Dead. Mas, oh, a entrada é permitida só para maiores de 18 anos.

Encerrada a sessão, festa com o VJ Great Guy, comandando a pista de dança com muita música pop, paquera e azaração.

O CineclubeLGBT começa às 21h e acaba às 2h do dia seguinte. Pelo Twitter @CineclubeLGBT, além de sorteios de ingressos, nossos seguidores são convidados a darem dicas de músicas para tocar na festa, e de filmes que gostariam de ver nas telonas.

Sinopses


Luxúria (Life Love Lust), de Erika Lust

Espanha, digital, 2010, 13 min.

Lola usa todo seu corpo para dar uma intensa massagem a uma tímida e solitária mulher, levando-a ao êxtase. Terceira parte do longa Vida, Amor, Luxúria da mesma diretora.

 

Bkty Com Acessórios, de Felipe Dall’Anese e Fabio Gurjão

Brasil,digital, 2010, 8 min.

Kawallys é pornstar por um dia e cai de boca com purpurina e abravanação.

 Finalmente Férias (Endlich Urlaub),  de Jan Soldat

Alemanha, digital, 2010, 3min.

Este filme alemão, que mostra um homem finalmente sozinho com sua sexualidade, foi um dos vencedores da mostra competitiva da edição 2010 do Pornfilmfestival de Berlim, na categoria curta-metragem.

The Lady Is Dead, de Roy Raz

Israel, 2010, 4 min.

Mix entre videoclipe, videoarte e curta-metragem, o trabalho também revela uma interessante estética sexual e minimalista. A música, “In This Shirt”, da banda The Irrepressibles, ajuda a produzir a atmosfera sedutora e bizarra do vídeo.

Por Que, Madame, Por Quê? (Warum Madame Warum), de John Heys e Michael Bidner

Alemanha,digital, 2011, 6 min.

Um olhar satírico a uma mulher chique e glamourosa que, enquanto caminha pelas ruas da capital alemã sem nenhuma preocupação na vida, devora uma salsinha fálica com suas mãos cobertas por luvas grã-finas. Chocante? Repugnante? Normal? Ou apenas mais um evento típico e corriqueiro de Berlim?


Revanche I, de Franzy Millarse

Holanda, 2009, 5 min.

Obra do cineasta holandês Franzy Millarse, o curta-metragem – primeira parte de um projeto maior – mostra três garotas que seqüestram uma vitima do sexo masculino em busca de vingança – e mais.

 

Septimana, de Sylvain Cappeletto

França, digital, 2010, 4 min.

Inspirada em Marques de Sade, esta animação experimental propõe novas paixões para cada dia da semana.

Tamanho Boneca (Dolls Fit), de Julie Simone

Estados Unidos, digital, 2010, 2 min.

Neste divertido e curtíssimo trabalho, exibido na seleção de filmes cômicos do Pornfilfestival de Berlim, a diretora Julie Simone quer saber: qual a diferença entre uma bola de futebol e uma boneca Barbie? É que a Barbie cabe em qualquer lugar.

Transtarah: As Operadas do Terror, de Dacio Pinheiro

Brasil, 2011, 9 min.

Nesse manifesto contra a homofobia, um vampiro egípcio infecta trans brasileiras que se transformam em loucas por sangue, safiras inglesas e sexo.

My Kinky Diary, de Queer Fiction

Brasil, 2011, 18 min.

Uma garota relata no seu diário eletrônico suas aventuras eróticas e sua forma subversiva de lidar com os tabus sexuais vigentes.

Preço: R$ 14,00 (inteira) e R$ 7,00 (meia)
Ingressos Antecipados: a partir de quinta-feira, 25.08, às 15h
Local: Cinema Odeon Petrobras
Dia: 26.08    Horário: 21h
End.: Cinelândia – Rio de Janeiro Tel: 21.2240.1093

E-mail: cineclubelgbt@gmail.com
Twitter: http://www.twitter.com/cineclubelgbt
Lista Amiga: http://listaamiga.com/cineclubelgbt

 

 

 

 

Dia 27.05 – Sessão Família

maio 20, 2011

Tem gente que diz que família é bom no porta-retrato. Verdade ou não, essa instituição tão revisitada pelo cinema e em constante transformação é o tema da próxima sessão do Cineclube LGBT.

A edição Sessão Família, que acontece no dia 27 deste mês, traz o “lar doce lar” em diversos formatos e mostrando seus muitos lados possíveis. O lado obscuro está no revelador Em Nome do Pai, que retrata como os segredos podem afetar a relação cotidiana de uma aparente família paulistana comum. Também intitulado com referências bíblicas o polêmico Seja Feita a vossa vontade mostra uma não tão convencional relação familiar.

Nada consagrado, mas não por isso menos autêntica é a família do documentário Lady Christiny, sobre travesti que é pai de dois filhos. Já o documentário Rua Paim relata os desafios de um casal de lésbicas na criação dos filhos.

Por fim uma divertida versão da boneca Barbie aparece em Tudo O Que Você Quer Ser, no qual a loira revela sua subversão do mundo cor-de-rosa em que vive.

Após a sessão, o VJ Great Guy comanda a badalada e “super-família” pista de dança com muita paquera e azaração e o melhor da música pop.

E não se esqueçam que, pelo Twitter @CineclubeLGBT, além de serem feitos sorteios de ingressos, nossos seguidores são convidados a darem dicas de músicas para tocar na festa, e de filmes que gostariam de ver nas telonas.

Preço: R$ 14,00 (inteira) e R$ 7,00 (meia)
Ingressos Antecipados: a partir de quarta-feira, 25.05, às 15h
Local: Cinema Odeon Petrobras
Dia: 27.05 Horário: 21h
End.: Cinelândia – Rio de Janeiro Tel: 21.2240.1093
http://www.cineclubelgbt.com.br

Sinopses

 

Em Nome do Pai, de Júlio Pessoa

São Paulo, digital, cor, 2002, 17 min.
Elenco: Leonardo Miggiorin, Denise Weinberg e Elias Andreatto

Em um subúrbio paulistano, uma história de amor banal. Uma família comum, pai, mãe, dois filhos. E um cachorro. E o oculto,o perverso e a violência dos desejos.

Seja Feita a Vossa Vontade, de Eduardo Mattos e Daniel Ribeiro

São Paulo, digital, cor, 2004, 14 min.
Elenco: Gabriela Cordaro, Fernão Lacerda e José Geraldo Rodrigues

Ao voltar para casa de manhã, Beatriz engata seu jogo perverso com Alberto. A chegada de Fábio, no entanto, vai mostrar que as regras era muito mais intrincadas do que pareciam ser.

 

Rua Paim, de Cásar Turim, Conchita, Eduardo Aquino, Luna Grimberg,  Max R. Paiva e Ricardo Monastier.

São Paulo, digital, cor, 2009, 10 min.

O universo de Rafa e Dinha, um casal homossexual que busca criar seus filhos na marginalidade da região central de São Paulo.

Lady Christinyde Alexandre Lino

Rio de Janeiro, digital, cor, 2005/2006, 12 min. 

Celso Marques era cantor, casado e pai de dois filhos. Até se apaixonar por um fã. Sua esposa, Célia, aceita e apóia o romance, desde que o rapaz morasse com eles – Célia, Celso e os filhos. Célia percebe que o namorado de Celso busca um corpo feminino e alerta Celso. O cantor resolve se transformar em Lady Christiny, uma travesti.  É a história real de Lady Christiny, carioca, pai de dois filhos que mesmo em meio uma mudança tão radical não deixou de lado as obrigações paternas.

Tudo que Você Quer Ser, de Cláudia Jouvin e Felipe Vellozo

Rio de Janeiro, digital, cor, 2001, 5 min.

Cansada de seu cotidiano, Barbie resolve abrir mão de seu mundo cor-de-rosa por uma última noite de prazer.

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Dia 25.03 – Sessão Mostra do Filme Livre

março 18, 2011

Na próxima sexta-feira, dia 25, o CineclubeLGBT marca outra parceria com a mostra mais democrática do país, a Mostra do Filme Livre. A MFL ocorre desde 2002 e tem exibições no Rio e em São Paulo. Este ano, em sua 10ª edição, as exibições da MFL no CCBB vão até o dia 31 de março.

Abrangendo a diversidade conceitual da Mostra, o Cineclube traz obras de diferentes formatos e estéticas, como o experimental Rasgue Minha Roupa, que conta com personagens bizarros. Já Um Dia na Vida de uma Estrela acompanha a gravação de comercial de Divina Núbia. O documentário El Chivo a Baco retrata a história de uma transexual equatoriana que se prostitui há 46 anos. Por fim, o recém-findado carnaval aparece em Era Vermelho o Seu Batom, pérola de 1983.

E, como não poderia faltar, depois da sessão o VJ GreatGuy comanda uma pista de dança com muita paquera e azaração, ao som do melhor da música pop.

Pelo Twitter, @CineclubeLGBT, além de serem feitos sorteios de ingressos, nossos seguidores são convidados a darem dicas de músicas para tocar na festa, e de filmes que gostariam de ver nas telonas.

Preço: R$ 14,00 (inteira) e R$ 7,00 (meia)
Ingressos Antecipados: a partir de quarta-feira, 23.03, às 15h
Local: Cinema Odeon Petrobras
Dia: 25.03     Horário: 21h
End.: Cinelândia – Rio de Janeiro Tel: 21.2240.1093


SINOPSES

Um Dia na Vida de uma Estrela, de Ricky Mastro

São Paulo, digital, cor, 2007,15 min
Elenco: Divina Núbia e Vitor Evangelista

Um dia na vida da estrela Divina Núbia que acabou de gravar o seu novo comercial para televisão.

 

Rasgue Minha Roupa, de Lufe Steffen

São Paulo, digital, p&b, 2002,10 min.
Elenco: Gaion de Oliveira, Priscilla Maia, Conrado Gotti e Tiago Grandeza

As aventuras do Bofe na Coleira na cidade grande, sempre perseguido por personagens bizarros.

El Chivo a Baco, Gui Castor

Espírito Santo, digital, cor, 2009,20 min
Elenco: Gabriela Vivas

Gabriela Vivas é uma transexual equatoriana que se dedica há 46 anos à prostituição. Atualmente vive em Barcelona e passa por uma crise emocional que a impulsa a buscar uma mudança em sua vida.

 

Era Vermelho o Seu Batom, de Henrique Magalhães

Paraíba, digital, cor, 1983, 20 min

A discriminação entre os próprios homossexuais. Num acampamento de Carnaval, dois rapazes se conhecem e se envolvem. Um deles flagra o outro fantasiado de mulher. Surge um desentendimento.

Contatos:
E-mail: cineclubelgbt@gmail.com
Twitter: www.twitter.com/cineclubelgbt
Lista Amiga: http://listaamiga.com/cineclubelgbt


Marco Nanini diz achar chato discutir a própria sexualidade

maio 7, 2010

Em entrevista para a revista “Playboy” do mês de maio, Marco Nanini diz fingir não ser nada quando questionado sobre sua sexualidade. “Acho que todo mundo que me vê, sabe. Ainda ter que discutir isso? É chatíssimo”.

Intérprete de Lineu de “A Grande Família”, Nanini se diz cansado e ainda contou que escurece os cabelos de seu personagem para se distanciar do personagem. “Acordar com a cara do Lineu todos os dias é asfixiante. Quando olho no espelho, não quero ver a cara do Lineu, quero ver a minha cara”.

Atriz de “Bones” viverá uma lésbica em novo filme

maio 6, 2010

A atriz Emily Deschanel, do seriado “Bones”, está no elenco do filme “The Perfect Family”, vivendo uma advogada lésbica que poderá estragar os planos de sua mãe católica, interpretada por Kathleen Turner.

A mãe concorre a um prêmio na igreja e precisa provar ter uma família perfeita. Além da filha lésbica, a mãe irá lidar com a separação de seu filho e o vício de seu marido.

O filme é dirigido por Anne Renton e não tem data para estréia nos cinemas.

via Dykerama

Ator de Arquivo X diz que viraria gay por garotos de Crepúsculo

maio 5, 2010

O título já diz tudo, o ator David Duchovny, que pesquisava estranhos acontecimentos alieníginas em Arquivo X e virou um escritor drunk em Californication, declarou para a revista gringa Empire que viraria gay pelos atores Robert Pattinson, Taylor Lautner e Kellan Lutz da saga Crepúsculo.
“Garry Shandling é uma pessoa por quem eu me tornaria publicamente gay, de brincadeira. E também qualquer um (dos atores) da franquia  Crepúsculo. Eu não sei os seus nomes, mas todos eles. Os lobos, os vampiros, são todos fantásticos”. Foram essas suas palavras. De bobo não tem nada.

via CineClick

Conheça alguns dos diretores do Fucking Different

abril 17, 2010

Cena de Flaca

O projeto que estará na tela do CineclubeLGBT do dia 30 de abril propõe revelar o que se passa na cabeça de diretoras e diretores sobre o amor entre iguais. Criado por Kristien Petersen em Berlim, o Fucking Different passou por Nova Iorque e Tel Aviv, até aportar em São Paulo. No Brasil o projeto se fortificou, tendo 12 cineastas dispostos a retratar a vida de gays e lésbicas de uma maneira diferente do abordado pela grande mídia.

Diretor do curta “Casa”, René Guerra, incumbido de representar o universo lésbico, encontrou dificuldade de fugir dos clichês de representação:“A importância desse projeto  foi o de perceber que mesmo eu sendo gay, a representação do meu universo de forma cinematográfica não está livre de encontrar os velhos estereótipos e que é de suma importância para o cineasta, fugir deles, ou pelo menos assumir que é impossível fugir dessas representações rasas”, confessa o diretor, que acredita ter superado o desafia através da sutileza.

A atriz Silvia Lourenço teve sua estréia como diretora no projeto. Em seu curta “Under the Skin”, Silvia filmou a história do soropositivo Miguel, que se abriu por inteiro à diretora, tocando em delicadas questões como amor e sexo. A produção ficou um mês montando o material, que bruto possuía cinco horas, e resultou nos 7 minutos do documentário. “Foi muito duro de fazer, já que havia muita coisa bacana pra ser contada, o que tornou o processo de seleção do que entraria no filme bastante sofrido, mas no final deu tudo certo”, revela Sílvia.

Dificuldades foram encontradas por todos os diretores. A começar pelo curto orçamento de até 200 euros que limitava as ações. No caso de “Felizes para Sempre”, Rick Mastro entrevistou 15 casais lésbicos, escolhidos de 200 cadastrados. Mas só encontrou a Lígia e Lu, personagens de filme, no momento em que quase desistia da produção. “Foi paixão a primeira vista e assim que o filme nasceu”, comenta Mastro.

Ligia e Lu em cena de "Felizes para Sempre"

Inspirado pela memória, Herman Barck compôs seu curta “Flaca”, “Nos anos 60, indo à escola primária em Montevideo, ví uma mulher vestida à caráter, de terno e gravata e chapéu, uma crossdresser. Na minha mente infantil fiquei a imaginar ela/ele dançando um tango com outra mulher”, relembra Barck. Com roteiro criado em cinco minutos e selecionado pelo projeto, iniciou-se a correria para a produção. “Um amigo meu recomendou uma bailarina que trouxe outra juntamente com o coreógrafo, e aos poucos um a coisa foi puxando a outra e acabei arregimentado 16 pessoas ao projeto”.

Ousadia não falta nas produções do Fucking Different São Paulo. Max Julian, assina o “Ronda”, onde propõe “elaborar algo no limite entre o erótico/sensual e o pornô”, define Julian. Desafio esse que pôde ser enfrentado pelo diretor que já trabalhou em produções de vídeos gays adultos. O curta homenageia o filme “Noite Vazia” de Walter Hugo Khoury, de 1964. “Ronda” instiga e analisa a fantasia de homens por mulheres transando. “O que está nas telas é o conjunto de soluções para as situações imprevistas”, confessa o diretor, que durante a produção enfrentou diversas dificuldades com a locação e a te com o sumiço do ator inicialmente escalado.

1972 de "Triologia": amor através dos tempos

Mônica Pallazzo, não contente com apenas um curta, produziu “Triologia”. “A idéia inicial era a de um curta contanto uma história sobre eternidade e arte ao longo dos tempos, e para tanto, a história se passa em 3 épocas diferentes”, explica a diretora. Os curtas foram montados separadamente e cada um exigiu diferentes abordagens.

O público do 60º  Festival de Cinema de Berlim já pôde conferir a produção. E aí? Vai Perder? Então, no dia 30 de Abril, no Cine Odeon, não percam o Fucking Different São Paulo. Esperamos por você lá.

Edição Mostra do Filme Livre – 26/03

março 17, 2010

A próxima edição do CineclubeLGBT novamente fará uma parceria com a Mostra do Filme Livre e traz cinco curtas com temas bem livres, de acordo com o espírito da Mostra. Depois da sessão, o DJ GreatGuy continua comandando a pista de dança, com muita paquera e azaração.

Programação de Curtas

A Mais Forte
SP, 2009, 16 min

Pelas chaves de um apartamento, duas mães questionam a própria maternidade.

Direção: Ricky Mastro.

Elenco: Nyrce Levin, Imara Reis, Rodrigo Dorado e Joaquim de Castro.

Maria de Kalú
PB, 2009, 14min

O documentário mostra, através da personagem Maria de Kalú, a felicidade e o amor vencendo convenções sociais, a relação entre mãe e filho homossexuais tendo como pano de fundo o primeiro bar gay de Campina Grande/PB.

Direção: Carlos Mosca e Ronaldo Nerys.

A Descoberta de Luke
RJ, 2007, 2 min

Luke é um rapaz de 18 anos que aventura-se na descoberta de sua própria sexualidade!

Direção: Alan Nóbrega

O Dono do Carnaval
SP, 2008, 15min

Em uma pequena cidade do interior um homem disputa com as mulheres,o direito de se fantasiar de baiana no carnaval. Uma série de mal entendidos leva os moradores a acreditar na morte do personagem,que mesmo dado como morto,não deixa de fazer sua aparição triunfante no desfile.

Direção: Maria de Lourdes Scabine Lezo.

Elenco: Waldomiro Filage e Ricardo Alexandre Corcovia.

Phedra
SP, 2008, 13 min

Documentário sobre uma atriz transsexual cubana que vive em São Paulo.

Direção: Claudia Priscilla.

A MFL, Mostra do Filme Livre, é o principal evento nacional focado na exibição dos filmes independentes. Em 2010, em sua nona edição, vai exibir no CCBB até 8 de abril 219 filmes entre curtas e longas de todos os formatos, gêneros, durações e de qualquer época.

Através do Twitter, @CineclubeLGBT, além de fazermos sorteios de ingressos, também convidamos os nossos seguidores a darem dicas de músicas, que eles mais gostam, para tocar na festa e de filmes que eles gostariam de ver nas telonas.

Local: Cinema Odeon Petrobras
Endereço: Praça Floriano, 07 – Cinelândia Centro – Rio de Janeiro – RJ
Tel: (21) 2240-1093
Data: 26/03
Horário: 21h
Preço:
R$ 12,00 (inteira) e R$ 6,00 (meia)
Ingressos Antecipados: a partir de quarta-feira, 24/03, às 15h

Avatar Cruise

março 1, 2010

Como seria Tom Cruise em Avatar? E aí, ele continuaria gato? O que vocês acham? Iriam para Pandora com ele?

Relações Artísticas – 26/02

fevereiro 18, 2010

A próxima edição do CineclubeLGBT terá como tema Relações Artísticas e traz quatro curtas que discutem arte e como ela influencia em algumas relações. Um deles, Operação: Camuflagem, toca de forma bem humorada em tema bem atual, que é a questão homossexual no exército. Depois da sessão, o DJ GreatGuy continua comandando a pista de dança, com muita paquera e azaração.

Programa de curtas Relações Artísticas

Operação: Camuflagem
Rio de Janeiro – RJ, 2006, digital, cor, 8 min.
Direção: Leonardo Ayres
Sinopse: O artista Leonardo Ayres envia uma fotografia para um salão de arte numa importante instituição militar brasileira. Ele é premiado com destaque, mas os organizadores do salão nem perceberam do que realmente se tratava seu trabalho.

O Papel das Dobras
São Paulo – SP, 2007, digital, cor, 19 min.
Direção: Bruno Jorge
Elenco: Bárbara Paz, Maurício Marques, Paulo Marcos, Virgínia Buckowiski
Sinopse: Levando uma relação desgastada com seu companheiro ator, um homem tenta manter vivo seu antigo sonho de ser diretor de teatro pagando prostitutas para encenarem enquanto conserva um prazer peculiar por dobraduras.

Sobre Meus Ombros
São Paulo – SP, 2007, digital, cor, 13 min.
Direção: Claudio Maneja Jr.
Elenco: Rafael Botta, Beto Souza
Sinopse: André, um jovem bailarino que vive o dilema de se dedicar à dança ou cuidar do pai. A estranha relação entre pai e filho, iniciada anos antes em um acidente, revela os medos, as dificuldades de comunicação e de assumir sentimentos. Divididos por uma porta, ambos vivem trancados em seus mundos. Uma prisão que muitas vezes vai além de grades e muros. É Carlos quem mostra para André o quanto essa situação incomum o prejudica, impedindo-o de viver sua carreira e sua relação amorosa.

O Móbile: Admiração
Juiz de Fora – MG, Digital, Cor, 2009, 25 min
Direção: Lilian Werneck Elenco: Nadja Dulci, Stefane Ribeiro, Daniela Durante e Giovane Machado.
Sinopse: Uma história de amor entre duas mulheres. Bárbara Oliveira é uma artista plástica que tem como inspiração maior as interpretações de Nina Maya, uma atriz, que procura nas obras de Bárbara a essência de suas personagens. Quando finalmente se conhecem, Bárbara e Nina apaixonam-se loucamente e vivem um amor intenso e forte. Uma admiração que se transforma em um difícil dilema: o amor ou a arte?

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Acesse o Twitter, @CineclubeLGBT, e concorra a sorteios de ingressos, e também indique músicas, para tocar na festa e filmes que você gostaria de ver nas telonas.

Local: Cinema Odeon Petrobras
Endereço: Praça Floriano, 07 – Cinelândia – Rio de Janeiro
Data: 26/02 – Horário: 21h – Tel: (21) 2240-1093
Preço: R$ 12,00 (inteira) e R$ 6,00 (meia)
Ingressos Antecipados: a partir de quarta-feira, 24/02, às 15h

E-mail: cineclubelgbt@gmail.com